Reflexão de mãe (de dois e de gêmeos)


Em sempre procurei me informar sobre esse mundo maternal, ler bastante livros, revistas, internet, você pode ver na lateral dessa página os livros que já li. É claro que filtro tudo, leio algumas coisas que considero bobagens, outras que eu acho que funcionam mas na prática eu vejo que não é bem por aí, e outras coisas que se bem aplicadas dão resultados bem positivos na educação de uma criança. O que é (quase) unanimidade nestas leituras é que o nosso exemplo diário, muito mais do que as palavras, é o que conta mais alto.
Não sou uma mãe perfeitinha, eu me considero uma mãe esforçada, e na maioria do tempo amorosa. Já saí da linha, nunca bati nos meus filhos (e se Deus quiser não o farei), mas (infelizmente) já dei uns berros aqui em casa. Quando isso ocorre eu me sinto péssima, me arrependo, e sempre penso que eu poderia ter feito diferente. Meus filhos na maioria do tempo são carinhosos, alegres e espertos, mas também são crianças normais, fazem birras e manha, às vezes parece que não ouvem e fazem exatamente o contrário do que tem de ser feito, o sangue de mãe soube e berro para encerrar aquilo que não deve ser feito. Não é um grito histérico, de mãe louca, mas... é um berro, pronto.
Por que desse desabafo? Eu não acho que seja um bom exemplo o berro, o grito, seja lá o que for. Demonstra descontrole de quem o faz, demonstra falta de autoridade, parece que somos outra criança com ataque de birra.
Sim, a criança deve ser disciplinada, pais devem exercer autoridade, falar com seriedade e repreender quando necessário, mas berro definitivamente não funciona na prática educacional.
Tem um versículo bíblico que eu gosto muito, e quando vem aquela vontade de sair da linha reflito nele, e te digo, funciona!

"A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira." Provérbios 15:1

Ou seja, está subindo o sangue com a criança (ou com um adulto)? Respira fundo, conta até 10 (ou 20), olha nos olhos, fale com seriedade com a criança, mas seja brando, manso, tranquilo.
Não vou falar que a criança vai parar de aprontar, mas exerça, exerça e exerça a mansidão.
Não se educa e disciplina criança com 15 minutos diários de convivência, é preciso dias, meses e muitos anos para ajudarmos a construir e moldar uma pessoa do bem. É preciso paciência, tempo, renúncia e muito amor.
Que Deus sempre ilumine as mentes e corações de nós pais e mães!

Que recordação você quer que seu filho tenha de você?

 

5 comentários:

Mundo do Dani disse...

A-D-O-R-E-I !!
Lindooo ! É bem assim...afinal que recordação queremos ? Uma mãe carinhosa ou uma mãe que sempre estava aos berros. Mas um berro ou outro não tem problema :s Acho..
Bjs

Thaísy disse...

Nossa! Sempre penso nisso! Também dou uns gritos/berros horrorosos, mas somos limitadas né amiga? É dificil segurar a barra o tempo todo!

Um beijo!

Ps: Querida, essa verificação de letras está péssima! Tem dias que eu tento comentar e não consigo viu?

Entre rosas e princesas disse...

A mais pura verdade Ro. Sabe que quando berro, eu me sinto tão mal, quanto você. Me sinto um traste, por não ter agido assim, mansamente. Obrigada pela dica

Elaine Correa disse...

Mas quem é a mae perfeita por favor?
ainda mais quando se tem muitos filhos(assim como eu)o esforço tem q vir duplicado com uma ajudinha(lembrancinha)daquilo que aa biblia nos ensina mesmo senao...

Cris :-) disse...

Amém.
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A calma é um exercício diário. Eu também tento, nem sempre consigo, mas aí tento de novo.
Obrigada pela reflexão.
Beijo

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