Matéria: Bebês mimados tornam-se adultos menos estressados

AQUI ENTENDE-SE MIMO COMO AFETO.

Beijo,

Roberta, mãe que "mima" muito seus picorruchos (entende-se muitos beijos, carinhos, brincadeiras, abraços, afagos e ...risadas!)




Bebês mimados tornam-se adultos menos estressados


Qui, 29 Jul, 01h56

PARIS (AFP) - A afeição maternal transbordante dada aos bebês de alguns meses torna-os mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta, segundo um estudo publicado nesta terça-feira no "Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária", uma revista americana.

Na pesquisa realizada durante vários anos com 482 pessoas no Estado americano de Rhode Island, os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebês de 8 meses com sua mãe e seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.

Eles queriam verificar a noção segundo a qual os vínculos afetivos fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para se sair bem ante os problemas da vida.

Até então, os estudos sobre o assunto eram baseados em relatos de lembranças da infância, sem um acompanhamento.

A qualidade da interação dos bebês com suas mães aos 8 meses foi avaliada por um psicólogo, que anotou as reações de afeto e atenção da mãe. A classificação - datando dos anos 60 - ia de "negativa" à "excessiva", passando por "calorosas".

Em cerca de um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afeto maternal em relação ao bebê. Em 85% dos casos, o nível de afeição era normal, e elevado em 6% dos casos.

Essas pessoas acompanhadas foram testadas, depois, aos 34 anos, sobre uma lista de sintomas reveladores de ansiedade e hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.

Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os que foram objeto de mais carinhos aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos. A diferença chegava a 7 pontos no item ansiedade em relação aos outros; de mais de 3 pontos para hostilidade e de 5 pontos para o mal-estar.

Curiosamente, não havia diferença entre os que receberam um nível de afeto baixo e o normal. Isso poderia ser explicado, principalmente, segundo os pesquisadores, pela falta de interações verdadeiramente negativas na mostra observada.

Segundo eles, isto confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construídas cedo podem "produzir vulnerabilidades latentes", diz o estudo.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100729/saude/sa__de_crian__as_educa____o

6 comentários:

Uli disse...

Interessante. Posso dizer então que terei filhotes bem calminhos na fase adulta...rsrsrs

Fran* disse...

achei bem interessante! vou esperar e comprovar com os meus! srsrsr.
beijos!

Carol P disse...

Primeira vez por aqui, adorei seu blog. Post esta muito interessante, adoro este tipo de reportagem.
bjs

Chris Ferreira disse...

OI Roberta,
cheguei aqui no seu blog hoje e estou te seguindo tá?
Eu também mimo muito as minhas meninas, Beijo muito, cheiro muito, dou muito abraço e carinho, brinco demais, pego no colo, etc...
Ah, tem coisa melhor do que ficar fuçando os filhos. Eu amo.
Adorei a postagem.
beijos
Chris
http://inventandocomamamae.blogspot.com/

Natasha Martins disse...

puxa, estou criando uma adulta tranquila!!! rs
bjocas

Bia disse...

Bom,
A Duda será muito zen...rsrsrs

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